Essencialismo e progressismo são as correntes filosóficas que embasam o trabalho da escola.
A primeira é uma permanente consulta às origens para tentar recuperar valores essenciais que correm o risco de se diluir com o tempo.
O progressismo quer um homem que ensine a pensar, que critique e combata, que ouse mudar, que escolha soluções pela análise e seleção e que seja livre para libertar-se do passado, naquilo que se possa considerar imobilismo.
Saber valorizar no passado tudo que é essencial, acrescentando a isto o que o presente oferece, sem superfluidades ou modismos é educar integralmente.
Estimulado, desde cedo, a se conhecer, a avaliar suas potencialidades e a saber tirar o melhor partido delas; a exercitar o espírito crítico e a tomar posições, sem medo, diante de qualquer situação nova, o aluno se sente, na prática, sujeito do processo educativo, capaz de participar criativamente da construção de sua aprendizagem.